segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Como tudo começou

Olá pessoal

Hoje, dia das crianças, meu bebezinho cujo sexo descobri semana passada, é um menininho e vai se chamar Heitor. Mais adiante conto para vocês como se deu esta escolha. Antes queria falar um pouco sobre o planejamento da gravidez.
Bem, desde o segundo ano de casamento, ou mesmo o primeiro, já pensávamos em ter um bebê. No entanto sabíamos que este era um projeto bemmm" futuro" , afinal nossa vida passava por muitas tranformações. Érico foi para França fazer doutorado e eu, que pretendia fazer o mestrado, tive muitos desafios para conseguir ingressar na Universidade. O idioma e as mudanças de vida foram bem radicais. Fora isso ainda tínhamos muitos desafios tanto na parte da formação como também da profissão mesmo. No ritmo que eu trabalhava achava que precisaria conquistar um espaço antes de ter um bebê. Bom, eu tinha 23 anos e definitivamente achava que precisava trilhar mais para ingressar nessa montanha-russa da maternidade. O tempo passou, foram muitas curtições, aventuras e desafios. Quando chegou o inverno parisiense de 2004, bateu aquela " deprê" e a vontade de ter um filhinho aumentava. Mas eu sabia que não era hora. Precisava me organizar para estar mais segura a fim de ter um bebê. Bom, voltamos e surgiram novos desafios profissionais, eu tinha uma tese para escrever e um trabalho para conseguir então me foquei nesses desafios. Érico passou quase dois anos indo e voltado para Arapiraca -Alagoas onde lecionava na Universidade Federal e esse ritmo de vida impossibilitava qualquer tentativa de ter um bebê. Ao menos para nós que almejávamos uma situação senão ideal, próximo dela.O tempo passou e com cinco anos de casados os amigos começavam a tirar sarro conosco. Risadas para lá e para cá. Nossa roda de amizades procriava e nós sempre adiando o projeto. Boas nuvens chegaram, melhorias profissionais, Érico já trabalhando em Recife. parece que estava mais perto. Aí me bateu insegurança, pois não tinha terminado a tese blá blá blá. NO sexto ano de casamento em curso, comecei a ficar chorosa, pensando em bebês, até que vi que não dava mais para esperar. Já me considerava madura o suficiente para tentar entrar nessa aventura. Confesso que a proximidade com amigas que se tornaram mães me influenciou positivamente. Pensava eu: Não é um bicho de sete cabeças.

Um comentário:

  1. É não Belle, nenhum bicho de sete cabeças. Mas vai ser um bichinho que a gente nem sempre sabe o que se passa na cabeça dele, hehe! Mas é uma delícia! E os filhos trazem pra gente uma calma e paciência ainda maior e, como se fosse impossível, aumenta nossa capacidade de amar! Curta muita a barriga que daqui a pouco Heitor tá pintando na área!
    Beijos.

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