segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Preparativos para a gravidez
Tínhamos consciência que tomar a decisão de engravidar era questão de tempo( meses, ou ainda anos) mas isso era um fato. Por isso, um ano antes de tomar a decisão, já procurei fazer uns ajustes para garantir um bem-estar físico e por que não, psicológico. Fiz tratamento dentário, fui fazer revisões com médicos. Comecei a fazer exercícios. Tudo certinho. Claro que eram benefícios para meu corpo, mas lá no subconsciente eu estava me preparando para a gravidez. Então em início de 2009 resolvi correr com a tese para me sentir mais segura e procurei também trabalhar o lado psicológico. Muitas mães se esquecem que mais importante que bons enxovais ou bens materiais, o que o bebê mais precisa é de uma mãe e de um papai de bem com eles mesmos. No caso da mamãe sobretudo. Estar bem psicologicamnete é um favor que prestamos aos nossos rebentos. Por isso queria estar bem segura para não criar expectativas demais sobre a maternidade. Muitos não percebem mas filho não é solução para os nossos problemas. Sempre vejo pais que impõem expectativas exageradas sobre os filhos, tentam suprir suas carências com os filhos, acham que a maternidade/paternidade resolve todos os dilemas. Toda vez que vejo casos como esses acho que vai sobrar para os pobrezinhos. A meu ver, a decisão de ter um filho é algo muito sério, requer pensar bastante e se preparar sim. Estar bem com o parceiro, estar bem consigo, estar com a auto-estima em dia é tão importante quanto se preparar fisicamente. Se muitos procuram o médico para cuidarem do corpo, da mesma forma acho que procurar um terapeuta para colocar a conversa em dia, ou participar de grupos de apoio sejam laicos ou religioseos é fundamental para o cuidado com a mente e para sermos melhores com nossos filhos. Trocar idéias nos tranquiliza. Ouvir uma terceira, quarta opinião é sempre bom, sobretudo de um profissional. Assim, eis que, feliz da vida, resolvi assim como meu marido tentarmos engravidar.
Como tudo começou
Olá pessoal
Hoje, dia das crianças, meu bebezinho cujo sexo descobri semana passada, é um menininho e vai se chamar Heitor. Mais adiante conto para vocês como se deu esta escolha. Antes queria falar um pouco sobre o planejamento da gravidez.
Bem, desde o segundo ano de casamento, ou mesmo o primeiro, já pensávamos em ter um bebê. No entanto sabíamos que este era um projeto bemmm" futuro" , afinal nossa vida passava por muitas tranformações. Érico foi para França fazer doutorado e eu, que pretendia fazer o mestrado, tive muitos desafios para conseguir ingressar na Universidade. O idioma e as mudanças de vida foram bem radicais. Fora isso ainda tínhamos muitos desafios tanto na parte da formação como também da profissão mesmo. No ritmo que eu trabalhava achava que precisaria conquistar um espaço antes de ter um bebê. Bom, eu tinha 23 anos e definitivamente achava que precisava trilhar mais para ingressar nessa montanha-russa da maternidade. O tempo passou, foram muitas curtições, aventuras e desafios. Quando chegou o inverno parisiense de 2004, bateu aquela " deprê" e a vontade de ter um filhinho aumentava. Mas eu sabia que não era hora. Precisava me organizar para estar mais segura a fim de ter um bebê. Bom, voltamos e surgiram novos desafios profissionais, eu tinha uma tese para escrever e um trabalho para conseguir então me foquei nesses desafios. Érico passou quase dois anos indo e voltado para Arapiraca -Alagoas onde lecionava na Universidade Federal e esse ritmo de vida impossibilitava qualquer tentativa de ter um bebê. Ao menos para nós que almejávamos uma situação senão ideal, próximo dela.O tempo passou e com cinco anos de casados os amigos começavam a tirar sarro conosco. Risadas para lá e para cá. Nossa roda de amizades procriava e nós sempre adiando o projeto. Boas nuvens chegaram, melhorias profissionais, Érico já trabalhando em Recife. parece que estava mais perto. Aí me bateu insegurança, pois não tinha terminado a tese blá blá blá. NO sexto ano de casamento em curso, comecei a ficar chorosa, pensando em bebês, até que vi que não dava mais para esperar. Já me considerava madura o suficiente para tentar entrar nessa aventura. Confesso que a proximidade com amigas que se tornaram mães me influenciou positivamente. Pensava eu: Não é um bicho de sete cabeças.
Hoje, dia das crianças, meu bebezinho cujo sexo descobri semana passada, é um menininho e vai se chamar Heitor. Mais adiante conto para vocês como se deu esta escolha. Antes queria falar um pouco sobre o planejamento da gravidez.
Bem, desde o segundo ano de casamento, ou mesmo o primeiro, já pensávamos em ter um bebê. No entanto sabíamos que este era um projeto bemmm" futuro" , afinal nossa vida passava por muitas tranformações. Érico foi para França fazer doutorado e eu, que pretendia fazer o mestrado, tive muitos desafios para conseguir ingressar na Universidade. O idioma e as mudanças de vida foram bem radicais. Fora isso ainda tínhamos muitos desafios tanto na parte da formação como também da profissão mesmo. No ritmo que eu trabalhava achava que precisaria conquistar um espaço antes de ter um bebê. Bom, eu tinha 23 anos e definitivamente achava que precisava trilhar mais para ingressar nessa montanha-russa da maternidade. O tempo passou, foram muitas curtições, aventuras e desafios. Quando chegou o inverno parisiense de 2004, bateu aquela " deprê" e a vontade de ter um filhinho aumentava. Mas eu sabia que não era hora. Precisava me organizar para estar mais segura a fim de ter um bebê. Bom, voltamos e surgiram novos desafios profissionais, eu tinha uma tese para escrever e um trabalho para conseguir então me foquei nesses desafios. Érico passou quase dois anos indo e voltado para Arapiraca -Alagoas onde lecionava na Universidade Federal e esse ritmo de vida impossibilitava qualquer tentativa de ter um bebê. Ao menos para nós que almejávamos uma situação senão ideal, próximo dela.O tempo passou e com cinco anos de casados os amigos começavam a tirar sarro conosco. Risadas para lá e para cá. Nossa roda de amizades procriava e nós sempre adiando o projeto. Boas nuvens chegaram, melhorias profissionais, Érico já trabalhando em Recife. parece que estava mais perto. Aí me bateu insegurança, pois não tinha terminado a tese blá blá blá. NO sexto ano de casamento em curso, comecei a ficar chorosa, pensando em bebês, até que vi que não dava mais para esperar. Já me considerava madura o suficiente para tentar entrar nessa aventura. Confesso que a proximidade com amigas que se tornaram mães me influenciou positivamente. Pensava eu: Não é um bicho de sete cabeças.
Antes do início
Olá amigos
Gostaria de compartilhar com vocês um pouquinho dessa aventura de " vir a ser" mamãe. Na verdade não se trata apenas de relatos pessoais voltados para amigos, alguns dos quais do outro lado do oceano, mas uma forma de transmitir informações e experiências que podem ajudar as que ainda vão ingressar nesse universo tão fantástico. Penso também que, como bom blog, seja um espaço de troca de idéias, afinal, debater idéias é um exercício que todos devem praticar, inclusive os que pretendem ou já são pais. Por isso vou contar um pouquinho dessa experiência.
Gostaria de compartilhar com vocês um pouquinho dessa aventura de " vir a ser" mamãe. Na verdade não se trata apenas de relatos pessoais voltados para amigos, alguns dos quais do outro lado do oceano, mas uma forma de transmitir informações e experiências que podem ajudar as que ainda vão ingressar nesse universo tão fantástico. Penso também que, como bom blog, seja um espaço de troca de idéias, afinal, debater idéias é um exercício que todos devem praticar, inclusive os que pretendem ou já são pais. Por isso vou contar um pouquinho dessa experiência.
Assinar:
Postagens (Atom)