quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

6 meses :Spaguetti para Heitor




No domingo, dia 13 de dezembro, o papai e chef nas horas vagas preparou um spaguettini ao pomodoro especialmente para o filhote Heitor.Assim que a mamãe aqui viu o prato o baby pulou de alegria na barriga. Espero que o pequeno tenha gostado. :)

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Heitor, o latifundiário


Como disse em postagem anterior, o mês passado(novembro) foi o mês do estica-barriga. Heitor começou seu latifúndio aumentando suas terras uterinas e esticando tudo.

5 meses (novembro). A Barriga aparece mesmo!




Em novembro completei 5 meses. Até então estava achando que a barriga não crescia e eu não sentia o baby, apesar de ver todas as estripulias de Heitor no ultrasom. Às 20 semanas o médico perguntou se eu o sentia e eu dizia: "nada". Aí então ele explicou: Cibele, vai demorar mais um pouquinho porque a placenta é anterior, fica na frente, ou seja, entre sua barriga e o bebê. Dessa forma a percepção dos chutinhos é um pouco mais demorada. Alívio à parte, relaxei e esperei Heitor fortalecer os ossinhos para chutar bem forte a ponto de eu o perceber. E eis que na 22a semana o danadinho deu o ar da graça. Uma fofura! E como bônus, minha barriga deu um esticão. Comecei a ficar toda orgulhosa, desfilando na fila de gestantes, andando na praia e levando solzinho na barriga, uma grávida à vrai dire. Enquanto isso, Heitor ficava sapecando com perninhas para o ar dentro da barriga . ( 20 semanas)

Praia!!!!! (aqui com 4 meses de gravidez)




Um dos meus maiores desejos nessa gestação é a vontade de ir à praia. Apesar de sempre ter gostado de mar, nunca fui uma assídua frequentadora. Mas eis que me bateu um desejo insano de mergulho na água, imersão. Nada me dá mais bem-estar que isso. Piscina, praia, esta última, então nem se fala. Acho que isso se deve ao fato de eu ter uma piscina em miniatura na minha barriga onde nada um peixinho chamado Heitor. Parece que suas nadadas na barriga estão contagiando a mãe. Então, passei a querer ir todo fim de semana à praia. Claro que, em Boa Viagem, mergulhar não é um bom negócio, afinal ninguém quer ser o prato principal de tubarão. Mas, eis que em uma bela manhã de novembro, mais precisamente dia 01/11( finalzinho dos 4 meses de gestação), a maré estava baixa e os arrecifes formavam uma piscininha muito agradável. Eu tinha acordado bem cedo neste dia e fui com Érico à BV bem cedinho. Solzinho agradável, um convite especial para um banhinho de mar. Que delícia. Heitor deve ter curtido bastante. Ainda não totalmente satisfeita, ao chegar em casa, pulamos na piscina do condomínio e eu parecia uma criança na água. E olha que moro há anos diante desta piscina e só fui nela umas cinco vezes em todo esse tempo! A gravidez vem despertando novos hábitos.

Fotos!!



Enfim, fotos! Meus amigos de outras terras sempre me perguntando: E aí? Cadê as fotos? E eu só na preguiça de postar. Bom, preguiça não, correria mesmo. Agora resolvi colcoar umas fotos para colorir esse blog.



Essas aqui foram tiradas dois meses atrás, dia 09/10/09. A barriguinha estava com 4 meses.

sábado, 21 de novembro de 2009

Hidroterapia
Que coisa boa! Passaram-se os primeiros cinco meses e com eles as náuseas e os enjôos. Tudo mudou: o sol brilha mais, os pássaros cantamkkkkkk Uma das minhas melhores amigas da minha gestação tem sido a sra. Hidroterapia. Dois meses atrás estava morrendo de dores na coluna(região lombar). Minha postura nunca foi das melhores e essa dorzinha sempre me acompanhou nas horas em frente ao computador. O fato é que com a gravidez a dor quintuplicou. Tinha tentado o pilates, mas piorei porque na primeira aula eu estava com dor e fui alongar a musculatura. Passei o dia seguinte mancando. Após passar mal fui ao acumputurista que também é ortopedista. Que santo homem!!!!! Disse-me para fazer algo mais leve sobretudo porque eu estava sedentária. Passei a fazer sessões de acumputura e hidroterapia pelo plano de saúde( o que me economizou bastante), cancelei hidroginástica e pilates, que mal tinha iniciado e mergulhei na hidroterapia. Que beleza!!!!!!! Mira, a fisioterapeuta é maravilhosa, treina exercícios para o parto e para a coluna,mas o mais legal são meus colegas de piscina. A maioria com seus 70, 80 e noventa anos. Uma graça. Adoro estar com eles. É pura animação. Como na hidroterapia são exercícios individuais e leves na piscina, a turma conversa que só. Contam histórias de outrora, tiram brincadeiras. Um momento de relax. Piscina quentinha. Encontrei-me na hidroterapia e não quero mais parar. Heitor agradece!Sobre a hidroterapia ou fisioterapia aquática ver:http://www.aquabrasil.info/hidroterapia.shtml



O nome Heitor.


Engraçado. Dois anos atrás eu e Érico estávamos em uma rede brincando de escolher nomes para nosso futuro filho ou filha. Afinal ter filhos era apenas questão de tempo. Na ocasião falei em Heitor e, de imediato, Érico lembrou-se de Heitor Villa-Lobos e acatou.Diz ele que sugeriu. Foi uma sintonia tão grande ao escolhermos esse nome que às vezes n]ao sabemos dizer de fato que o lançou na conversa. Eu, por minha vez, já tinha me encantado por esse nome em duas ocasiões: Uma ao ouví-lo de uma professora de português cujo filho tinha esse nome. A segunda ao ler trechos da Ilíada. Heitor, o mais bravo dos mortais. Dos mortais, já que o pobre lutou bravamente com Aquiles(um semideus) em cena épica da Ilíada. Segundo especialistas, Heitor é o verdadeiro herói da história. Lutava por Tróia, pelo seu povo e sua família. Lembro que aquela cena do livro me impressionou. Consenso total. Heitor. Lembro que, nos anos seguintes, já tínhamos dito que esse seria o nome do pequeno para os nossos amigos e alguns parentes. Quando mudamos o carro, meu primo disse: Compraram o Heitormóvel? Quando passei no concurso em 2006 uma amiga me deu de presente um par de sapatinhos. Era Heitor pra lá e pra cá. Apesar de não termos preferências de sexo quando engravidamos, era uma coincidência o fato de termos tão certo o nome do menino. Parecia previsão.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Preparativos para a gravidez

Tínhamos consciência que tomar a decisão de engravidar era questão de tempo( meses, ou ainda anos) mas isso era um fato. Por isso, um ano antes de tomar a decisão, já procurei fazer uns ajustes para garantir um bem-estar físico e por que não, psicológico. Fiz tratamento dentário, fui fazer revisões com médicos. Comecei a fazer exercícios. Tudo certinho. Claro que eram benefícios para meu corpo, mas lá no subconsciente eu estava me preparando para a gravidez. Então em início de 2009 resolvi correr com a tese para me sentir mais segura e procurei também trabalhar o lado psicológico. Muitas mães se esquecem que mais importante que bons enxovais ou bens materiais, o que o bebê mais precisa é de uma mãe e de um papai de bem com eles mesmos. No caso da mamãe sobretudo. Estar bem psicologicamnete é um favor que prestamos aos nossos rebentos. Por isso queria estar bem segura para não criar expectativas demais sobre a maternidade. Muitos não percebem mas filho não é solução para os nossos problemas. Sempre vejo pais que impõem expectativas exageradas sobre os filhos, tentam suprir suas carências com os filhos, acham que a maternidade/paternidade resolve todos os dilemas. Toda vez que vejo casos como esses acho que vai sobrar para os pobrezinhos. A meu ver, a decisão de ter um filho é algo muito sério, requer pensar bastante e se preparar sim. Estar bem com o parceiro, estar bem consigo, estar com a auto-estima em dia é tão importante quanto se preparar fisicamente. Se muitos procuram o médico para cuidarem do corpo, da mesma forma acho que procurar um terapeuta para colocar a conversa em dia, ou participar de grupos de apoio sejam laicos ou religioseos é fundamental para o cuidado com a mente e para sermos melhores com nossos filhos. Trocar idéias nos tranquiliza. Ouvir uma terceira, quarta opinião é sempre bom, sobretudo de um profissional. Assim, eis que, feliz da vida, resolvi assim como meu marido tentarmos engravidar.

Como tudo começou

Olá pessoal

Hoje, dia das crianças, meu bebezinho cujo sexo descobri semana passada, é um menininho e vai se chamar Heitor. Mais adiante conto para vocês como se deu esta escolha. Antes queria falar um pouco sobre o planejamento da gravidez.
Bem, desde o segundo ano de casamento, ou mesmo o primeiro, já pensávamos em ter um bebê. No entanto sabíamos que este era um projeto bemmm" futuro" , afinal nossa vida passava por muitas tranformações. Érico foi para França fazer doutorado e eu, que pretendia fazer o mestrado, tive muitos desafios para conseguir ingressar na Universidade. O idioma e as mudanças de vida foram bem radicais. Fora isso ainda tínhamos muitos desafios tanto na parte da formação como também da profissão mesmo. No ritmo que eu trabalhava achava que precisaria conquistar um espaço antes de ter um bebê. Bom, eu tinha 23 anos e definitivamente achava que precisava trilhar mais para ingressar nessa montanha-russa da maternidade. O tempo passou, foram muitas curtições, aventuras e desafios. Quando chegou o inverno parisiense de 2004, bateu aquela " deprê" e a vontade de ter um filhinho aumentava. Mas eu sabia que não era hora. Precisava me organizar para estar mais segura a fim de ter um bebê. Bom, voltamos e surgiram novos desafios profissionais, eu tinha uma tese para escrever e um trabalho para conseguir então me foquei nesses desafios. Érico passou quase dois anos indo e voltado para Arapiraca -Alagoas onde lecionava na Universidade Federal e esse ritmo de vida impossibilitava qualquer tentativa de ter um bebê. Ao menos para nós que almejávamos uma situação senão ideal, próximo dela.O tempo passou e com cinco anos de casados os amigos começavam a tirar sarro conosco. Risadas para lá e para cá. Nossa roda de amizades procriava e nós sempre adiando o projeto. Boas nuvens chegaram, melhorias profissionais, Érico já trabalhando em Recife. parece que estava mais perto. Aí me bateu insegurança, pois não tinha terminado a tese blá blá blá. NO sexto ano de casamento em curso, comecei a ficar chorosa, pensando em bebês, até que vi que não dava mais para esperar. Já me considerava madura o suficiente para tentar entrar nessa aventura. Confesso que a proximidade com amigas que se tornaram mães me influenciou positivamente. Pensava eu: Não é um bicho de sete cabeças.

Como tudo começou

Antes do início

Olá amigos

Gostaria de compartilhar com vocês um pouquinho dessa aventura de " vir a ser" mamãe. Na verdade não se trata apenas de relatos pessoais voltados para amigos, alguns dos quais do outro lado do oceano, mas uma forma de transmitir informações e experiências que podem ajudar as que ainda vão ingressar nesse universo tão fantástico. Penso também que, como bom blog, seja um espaço de troca de idéias, afinal, debater idéias é um exercício que todos devem praticar, inclusive os que pretendem ou já são pais. Por isso vou contar um pouquinho dessa experiência.